ACIVA pede renúncia à CAF

A partir de agora, a Associação Empresarial de Araranguá e do Extremo Sul Catarinense deixa de integrar a Comissão de Avaliação e Fiscalização do Hospital Regional de Araranguá. Após reunião realizada na tarde desta terça-feira, 25, entre mais de 20 entidades de representatividade da região, a ACIVA protocolou junto à 22ª SDR, o ofício nº 003/2014, destinado à secretária Estadual de Saúde, Tânia Eberhardt, anunciando a saída da entidade da CAF.

Integrante da Comissão desde julho do ano passado, a Associação participou de duas reuniões oficiais da CAF, contribuindo com sugestões e solicitações de melhores esclarecimentos da atual gestora do Hospital Regional – a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, especialmente no quesito prestação de contas.

A decisão da diretoria da ACIVA, de se desligar da CAF, foi baseada no descaso com que as solicitações feitas pelos membros da entidade representados na Comissão foram recebidas, bem como a forma com que a última reunião da Comissão foi realizada – fora dos parâmetros legais acordados.

Os sete quesitos que levaram a Associação a determinar tal decisão estão minuciosamente descritos abaixo, no ofício assinado não só pela diretoria da ACIVA, mas também por 19 entidades/autoridades.

Relatório

Em um trabalho conjunto, a comissão de Saúde da ACIVA  - liderada pela enfermeira e titular da CAF, Evelyn Elias, pela perita contábil, Gabriele Gil Gomes, pela médica infectologista, Silvia Taddeo e pelo professor universitário Vanderlei Freitas Junior – e a diretoria da Associação elaboraram um relatório de análise das ações do Hospital Regional de Araranguá.

O documento, subdivido em seis sessões, aborda o papel da ACIVA diante da gestão HRA, analisa o edital de chamamento, o desempenho da execução do contrato, a prestação de contas junto à CAF, os procedimentos e índices de infectologia e o papel do governo Estadual diante da gestão do Hospital Regional.

Composto por 32 páginas, o relatório é baseado nas informações prestadas pela atual administradora do hospital, SPDM, e suprime as principais análises da comissão de Saúde. Confira na íntegra:

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